MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998. MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006. MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998. RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988. RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
O objeto faz parte de um conjunto utilizado no ritual de furação de orelha, onde a pessoa que fura as mesmas, dança com a cabaça na mão. Os adolescentes ficam sentados na frente de suas casas esperando o "furador" sair do mato ou do rio avisando que está chegando a hora da furação, que será a última fase da "wapté" (adolescente) para "heroiwa", mas que não são ainda "reteiwa"(adulto). O ritual acontece quando o menino completa 17 anos. Quem corta os brincos na várzea são as crianças ("airepudu")