Técnica de tecelagem executada com um fio contínuo que enlaça as duas barras do tear, fincadas no chão. O fio enredador, guiado por uma “agulha” (corda mais grossa), abrange, transversalmente, em espiral frouxa, o urdume que fora previamente montado no tear, encadeando malhas em carreiras sucessivas. Estas se apresentam sob forma elástica e escorregadia. Essa técnica é exercida pelos índios Tukúna e Tiriyó, entre outros, na manufatura de redes de dormir. (Ver fig. 1).'
Fonte: RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988