Os Arara da Volta Grande do Xingu vivenciaram o contato com o colonizador do século XVIII, o avanço da empresa extrativista na região, os constantes conflitos com outros grupos indígenas e a abertura da Transamazônica, a qual promoveu levas de migrações e a busca de novos espaços pelos colonos e empresas extrativistas. Segundo os relatos dos velhos, os Arara da Volta Grande do Xingu são descendentes dos Arara do rio Bacajá. A relação de parentesco com os Arara do rio Iriri (conhecidos como apenas Arara ou Arara do Pará), se existiu, ficou num passado distante.