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Tigela
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Metadados
Número do item
17.5.101
Tripticos
Categoria
Nome do item
Tigela
Nome do item de acordo com o dicionário
Coleção
Coletor
Doador
Modo de aquisição
Data de aquisição
2017
Ano de aquisição do objeto
Descrição
Tigela de conformação circular, base plana, bojo simples e borda com excisos distribuídos em espaçamentos regulares. Apresenta superfície interna e externa enegrecidas
Dimensões
23 cm de diâmetro; 7 cm de altura - medidas aproximadas por se tratar de objeto irregular
Função
Cerâmica utilitária e/ou cerimonial para armazenagem e serviço
Matéria-prima
Mineral > Antiplástico | Mineral > Argila
Técnica de confecção
Descritor comum
Número de peças
1 peça
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
Situado no município de Tupã e Arco-Iris, Terra Indigena Vanuire
Pais de origem
Referência bibliográfica
MELATTI, Delvair Montagner. Aspectos da organização social dos Kaingáng paulistas. Brasília: FUNAI/DGPC/DEP, 1976.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Notas gerais
As peças pertencentes a esta coleção foram coletadas, em períodos distintos, pela antropóloga Delvair Montagner e o antropólogo Júlio Cezar Melatti durante suas pesquisas de campo.
As peças dos povos Kaingang fazem parte da pesquisa de campo que resultou no livro "Aspectos da Organização Social dos Kaingang Paulistas"/1976.
É importante ressaltar que tais peças foram encaminhadas pela pesquisadora para a sede da Funai em Brasilia-DF e posteriormente encaminhadas para o Museu do Índio, em 2014. Em 2017 a antropóloga foi convidada pelo Museu do Índio para gravar depoimento sobre suas pesquisas etnográficas junto ao povo Marubo, visto que o Museu do Índio estava desenvolvendo um projeto, denominado "Acervo Vivo", de competência da Coordenação de Patrimônio Cultura (COPAC) e do Serviço de Estudos e Pesquisa (SEESP), onde Delvair Montagner era uma das antropólogas convidadas.
As peças que se encontravam em Brasília-DF tiveram sua entrada no Museu do Índio em 2017 e foram reunidas em uma única coleção.