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Pincel
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Documento
Anexos
Metadados
Miniatura
Número do item
14.11.166
Tripticos
Nome do item
Pincel
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
2014
Autoria
Nazária Andrade Montenegro Fontes
Descrição
Pincel, confeccionado com cabelo (para formar os fios) atado à ponta com cerâmica, utilizado na manufatura de artefatos indígenas, usado como material de trabalho no processo de confecção da cerâmica. É usado para pintar (aplicar) a tinta
Dimensões
3,2 cm de comprimento; 1,0 cm de diâmetro
Função
Implemento utilizado para traçar (aplicação) da tinta, material de trabalho no processo de confecção de objetos de cerâmica
Número de peças
1 peça
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
Aldeia São Joaquim, rio Ayari, Terra Indígena Alto Rio Negro, Amazonas
Pais de origem
Referência bibliográfica
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Qualificação
Os objetos desta coleção foram confeccionado durante a Oficina de Qualificação do Prodocult Baniwa coordenada pelo pesquisador Thiago Lopes da Costa Oliveira, entre os dias 30 de maio a 20 de junho de 2014. Este projeto refere-se a ações de documentação museológica e qualificação de acervos etnográficos a serem realizadas junto aos Baniwa do alto Rio Negro junto ao subgrupo Hohodeni, que habita diversas aldeias na região do rio Aiari, um dos principais afluentes do rio Içana - área de ocupação imemorial dos grupos Arawak desta região. Este projeto beneficia-se da experiência de diversas etapas de pesquisa de campo já empreendidas nesta região, desde 2010, na aldeia de Ucuqui-Cachoeira e de extensa pesquisa de acervos de objetos etnográficos rionegrinos realizadas nos principais museus etnográficos do país. A peça continha o número 122 na coleção do organizador. As peças foram produzidas por ceramistas do povo Baniwa da Aldeia São Joaquim, localizada no rio Aiari, Terra Indígena Alto Rio Negro/Amazonas.
O barro usado para confecção das peças, precisa ser de boa qualidade, para resultar uma boa cerâmica. Localização geográfica do barro, Ucuqui Cachoeira, Uaraná. OBS: o aparecimento do tom vermelho, usando o "eewa", barro amarelo. A pintura amarela sobre a peça cinza escura se transformará em uma pintura vermelha sobre uma peça clara. Com o processo da queima da cerâmica, as peças começam a escurecer e realça a pintura amarela que vai adquirindo um tom mais alaranjado, a cerâmica muda a coloração do cinza para o tom branco ou bege e a pintura também passa do amarelo para o vermelho quase laranja. E com o envernizamento as cores ficam mais escuras/acesas e acontece a transição para o vermelho, enquanto a pintura oxida, a peça desidrata. As argilas "dekai" e "eewa", são matérias associados ao processo de confecção de peças da categoria de cerâmica, como cesto para coleta do barro, banco, cuias, alisadores e de etnobotânica, cinza de árvore e argila
Notas gerais
Os objetos desta coleção foram confeccionado durante a Oficina de Qualificação do Prodocult Baniwa coordenada pelo pesquisador Thiago Lopes da Costa Oliveira, entre os dias 30 de maio a 20 de junho de 2014. Este projeto refere-se a ações de documentação museológica e qualificação de acervos etnográficos a serem realizadas junto aos Baniwa do alto Rio Negro junto ao subgrupo hohodeni, que habita diversas aldeias na região do rio Aiari, um dos principais afluentes do rio Içana-área de ocupação imemorial dos grupos Arawak desta região. ||Este projeto beneficia-‐se da experiência de diversas etapas de pesquisa de campo já empreendidas nesta região, desde 2010, na aldeia de Ucuqui-Cachoeira e de extensa pesquisa de acervos de objetos etnográficos rionegrinos realizadas nos principais museus etnográficos do país. A peça continha o número 122 na coleção do organizador. As peças foram produzidas por ceramistas do povo Baniwa da Aldeia São Joaquim, localizada no rio Aiari, Terra Indígena Alto Rio Negro/Amazonas. O barro usado para confecção das peças, precisa ser de boa qualidade, para resultar uma boa cerâmica. Localização geográfica do barro, Ucuqui Cachoeira, Uaraná.|| OBS: o aparecimento do tom vermelho, usando o " eewa", barro amarelo. A pintura amarela sobre a peça cinza escura se transformará em uma pintura vermelha sobre uma peça clara.||Com o processo da queima da cerâmica, as peças começam a escurecer e realça a pintura amarela que vai adquirindo um tom mais alaranjado, a cerâmica muda a coloração do cinza para o tom branco ou bege e a pintura também passa do amarelo para o vermelho quase laranja. E com o envernizamento as cores ficam mais escuras/acesas e acontece a transição para o vermelho, enquanto a pintura oxida, a peça desidrata.|| As argilas "dekai" e "eewa", são matérias associados ao processo de confecção de peças da categoria de cerâmica, como cesto para coleta do barro, banco, cuias, alisadores e de etnobotânica, cinza de árvore e argila


