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Panela vasiforme
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Metadados
Número do item
17.5.94
Tripticos
Categoria
Nome do item
Panela vasiforme
Nome do item de acordo com o dicionário
Coleção
Coletor
Doador
Modo de aquisição
Ano de aquisição do objeto
Descrição
Panela vasiforme de boca circular, borda direta, bojo de contorno simples e base plana. Apresenta superfície decorada com desenhos de flores executadas sobre o engobo na cor branca. A panela é provida de tampa cuja superfície apresenta os mesmos padrões decorativos
Dimensões
10,5 cm de altura (panela), 14,0 cm de diâmetro da boca (panela), 15,5 cm de diâmetro (tampa) - medidas aproximadas por se tratar de objeto irregular
Função
Cerâmica utilitária para a cozinha
Técnica de confecção
Descritor temático
Descritor comum
Número de peças
1 peça
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
Situados no município de Tupã e Arco Iris, Terra Indígena Vanuire
Pais de origem
Referência bibliográfica
MELATTI, Delvair Montagner. Aspectos da organização social dos Kaingáng paulistas. Brasília: FUNAI/DGPC/DEP, 1976.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Notas gerais
As peças pertencentes a esta coleção foram coletadas, em períodos distintos, pela antropóloga Delvair Montagner e o antropólogo Júlio Cezar Melatti durante suas pesquisas de campo.
As peças dos povos Kaingang fazem parte das pesquisas de campo que resultou no livro "Aspectos da Organização Social dos Kaingang Paulistas"/1976.
É importante ressaltar que tais peças, com exceção da rede de algodão, foram encaminhadas pela pesquisadora para a sede da Funai/BSB e posteriormente encaminhadas para o Museu do Índio, em 2014. Em 2017 a antropóloga foi convidada pelo Museu do Índio para gravar depoimento sobre suas pesquisas etnográficas junto ao povo Marubo, visto que o Museu do Índio estava desenvolvendo um projeto, denominado "Acervo Vivo", de competência da Coordenação de Patrimônio Cultura (COPAC) e do Serviço de Estudos e Pesquisa (SEESP), na pessoa de Renata Valente, onde Delvair Montagner era uma das antropólogas convidadas. O produto de tal Projeto resultou em um DVD arquivado no Serviço de Referências Documentais (SERED). Nesta ocasião a Antropóloga doou ao Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico (SEPACA) uma rede de algodão, do povo Marubo.
Tanto as peças que se encontravam em BSB quanto à rede de algodão, que teve sua entrada no Museu do Índio em 2017, foram reunidas em uma única coleção

