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Corda
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Metadados
Número do item
23.2.73
Tripticos
Nome do item
Corda
Modo de aquisição
Data de aquisição
11/2022
Ano de aquisição do objeto
Nome étnico do item
"baha ham"
Descrição
Corda de curauá, enrolada no próprio fio
Dimensões
12,2 cm de comprimento; 4,6 cm de largura - medidas aproximadas por se tratar de objeto irregular; medidas produzidas com o fio enrolado
Função
Corda levada no estojo de caça, "kusiwêj-riru", para ser utilizada no arco caso haja necessidade
Matéria-prima
Técnica de confecção
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
T.I. Zo'é
Pais de origem
Referência bibliográfica
BRAGA, Leonardo. Micropeças sobre gênero e caçada junto aos Zo’é. In: Entre águas bravas e mansas. Índios & Quilombolas de Oriximiná. Comissão Pró-Índio de São Paulo & IEPE, 272-283, 2015.
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RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RIBEIRO, Fábio. Encontros Zo'é nas Guianas. 2020. 330f. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade de São Paulo, 2020.
Disponibilidade do objeto
História administrativa
A coleção Zo’é recolhida pelo Museu do Índio foi Coordenação Técnica Local de Belém foi constituída majoritariamente durante os primeiros contatos com esses indígenas, no final da década de 1970 e início da década seguinte. Segundo as servidoras Consuelo Sales e Iracilda Silva, servidores e funcionários da FUNAI que atuaram no contato e em momentos posteriores utilizavam como base de apoio a então 4ª SUER/Funai em Belém e, nesse trânsito, deixavam nessa superintendência executiva regional objetos variados que coletavam durante as expedições: plumárias, colares, pulseiras etc. Por iniciativa própria, as servidoras citadas acondicionaram as peças em caixas poliondas e regularmente realizavam a limpeza e conservação desses itens. Em novembro de 2022, esses objetos foram recolhidos na CTL-Belém pelos servidores do Museu do Índio Bruno Aroni, Felipe Lucena, Maurício de Almeida e Sayuri Fujishima, e enviados por transporte terrestre ao museu, tendo chegado no início de 2023 e incorporadas à coleção do Museu do Índio.
Observação sobre o item
A ficha que veio com a peça indicava o nome de "kurawá" para uma "corda feita da fibra do kurawá". O nome étnico do objeto é, na realidade "baha ham", que significa algo como "corda do arco". O termo "kurawá" (curauá), serve para designar a matéria-prima de sua fabricação