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Colar de sementes
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Metadados
Número do item
87.30.17
Tripticos
Nome do item
Colar de sementes
Nome do item de acordo com o dicionário
Modo de aquisição
Data de aquisição
03/11/1987
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
1987
Nome étnico do item
"natchagü"
Descrição
Colar de sementes constituído de fieira de sementes, pretas, de "olho de periquito" e de tento-carolina,vermelhas, intercaladas com vértebras de peixe e sementes pretas grandes de "marajás". Exibe na parte central pingente formado com escultura zoomorfa, representando peixe, esculpido com madeira de muirapiranga. O conjunto de sementes e escultura encontra-se enfiado a cordel de fio de fibra não identificada
Dimensões
39,5 cm de comprimento (cordel e pingente); 7,8 cm de comprimento (pingente de madeira; medidas aproximadas por tratar-se de objeto irregular
Função
Adorno de material eclético para o tronco, usado pelas mulheres no cotidiano
Descritor temático
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Estado de origem
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Notas gerais
As matérias-primas dos objetos, como: sementes, ossos e fibras dos colares do grupo Tukúna foram identificados pelo índio Constantino Ramos Lopes da Organização Geral dos Professores Tukúna Bilíngue - O.G.P.T.B. de Benjamin Constant, Amazonas em 17 de janeiro de 2005, por época de uma visita as Reservas Técnicas do Museu do Índio
Observação sobre o item
Este objeto foi adquirido pelo Museu do Índio do Sr. Augustinho Correia Barbosa, comerciante de arte indígena, que ao encerrar a sua atividade comercial ofereceu ao Museu do Índio os objetos. Estes foram analisados pelos técnicos do Serviço de Museologia que concluiu que os objetos encontravam-se em bom estado de conservação, possuíam procedência, completavam coleções ou tornar-se-iam exemplares de grupos indígenas não contemplados no acervo original