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Flecha serrilhada bilateral
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Metadados
Número do item
79.5.95
Tripticos
Categoria
Nome do item
Flecha serrilhada bilateral
Nome do item de acordo com o dicionário
Modo de aquisição
Data de aquisição
31/07/1979
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
1979
Descrição
Flecha serrilhada bilateral, constituída por haste de cana-de-ubá e ponta serrilhada bilateral de madeira não identificada. Apresenta ponta ligada encastoada à haste e arrematada com fios de algodão cimentados, que se prolongam pela ponta, porém no comprimento da ponta, o fio de algodão encontra-se cru. Exibe emplumação radial com atadura contínua de meias penas de gavião confeccionado com fio de fibra vegetal não identificado cimentada. Possui emplumação secundária com plumas amarelas de ave não identificada. Figura reforço de tampão com envoltório de fio de algodão cimentado
Dimensões
174,5 cm de comprimento
Função
Objeto utilizado como arma de arremesso complexo para pesca de grande porte; Equipamento para caça/pesca, ataque/defesa
Matéria-prima
Vegetal > Cana-de-ubá | Vegetal > Fibra de vegetal não identificado | Vegetal > Fio de algodão | Vegetal > Madeira não identificada | Animal > Pena de ave não identificada | Animal > Pena de gavião
Técnica de confecção
Descritor temático
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Observação sobre o item
No livro de tombo existe a seguinte informação: "A coleção Waiwái só pode ser registrada em 1981, porque chegou ao Museu do Índio em 1979, sem nenhuma indicação etnográfica. Aos poucos conseguindo notas do antropólogo que a coletou Célio Horst e mais recentemente (1981) com a antropóloga Lucia van Velthem, do Museu Goeldi, é que se conseguiu completar as informações necessárias ao seu registro."