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Divisória interna de líber
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Metadados
Número do item
7633
Nome do item
Divisória interna de líber
Nome do item de acordo com o dicionário
Coleção
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
1959
Nome étnico do item
"tururi"
Descrição
Divisória interna de líber (é um tecido natural, pano vegetal, uma estopa), composta de um painel de grande dimensão confeccionado com entrecasca de árvore de cor branca, decorada ao centro com desenhos geométricos, antropomórficos e zoomorfos tintos na cor marrom, preta e azul
Dimensões
1,80 m de comprimento; 1,30 m de largura
Função
Utensílio utilizado para isolar compartimentos internos na casa e por ocasião do ritual da moça-nova é aproveitado também para tampar o curral onde fica escondida a menina; Serve para o preparo das grandes máscaras, cobertores, tapa-ralos, saquinhos e tudo o mais em que possa substituir o pano que lhes falta
Descritor temático
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Pais de origem
Referência bibliográfica
CRULS, Gastão. Hiléia amazônica. Companhia editora nacional, 2ª edição, 1955.
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Observação sobre o item
Quase sempre essas guarnições de parede eram vistas nas casas de danças, isto é, nas choças especialmente destinadas às festas.Também, pode ser usado como tapete, e, não foi possível precisar por qual índios do grupo Tucano teria sido executado, porque Gastão Cruls adquiriu-o em Manaus de um colecionador que nem sempre tinha dados seguros sobre a procedência dos seus objetos etnográficos