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Pingente
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Metadados
Número do item
70.7.21
Tripticos
Nome do item
Pingente
Nome do item de acordo com o dicionário
Coleção
Modo de aquisição
Data de aquisição
26/05/1977
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
1968 | 1969
Nome étnico do item
"onkredjê-ãmu"
Descrição
Pingente peitoral, confeccionado com palha estreita de babaçu (Orbignya speciosa (Mart.), consiste em três feixes com amarração na extremidade superior, presas a um cordel de fios de algodão (Gossypium spp.) tintos de preto de jenipapo (Genipa americana L.) segundo à técnica de torção em "s"
Dimensões
26,0 cm de comprimento; 21,0 cm de largura; 3,0 cm de altura
Função
Adorno pessoal; Usado para ornamentar o tronco; Confecção masculina e usado por ambos os sexos
Matéria-prima
Técnica de confecção
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
Rio Caetete, afluente do rio Itacaiunas, Marabá - Pará
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
História administrativa
Peça coletada as margens do rio Caetete, afluente do rio Itacaiunas, Marabá-Pará, pelo Padre Raymond Caron, missionário dominicano no ano de 1968/1969. O valor total da compra foi CR$ 3.000,00 com um total de 145 peças.
Observação sobre o item
"Material- algumas penas (4 a 10) amarradas entre si origina-se assim um pendente que se assemelha a um leque não muito largo. As vezes amarram-se talas estreitas do mesmo comprimento por baixo das próprias penas. O nó se faz na nuca"
