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Braçadeira emplumada
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Metadados
Número do item
15.7.2f
Tripticos
Categoria
Nome do item
Braçadeira emplumada
Nome do item de acordo com o dicionário
Modo de aquisição
Data de aquisição
15/06/2015
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
2015
Autoria
Daikir Talatalakuma Waurá||Karapotan Waurá
Descrição
Par de braçadeiras emplumadas constituídas de fieiras de penas amarelas (arara) tendo nas extremidades penas pretas (mutum), presas a passamanaria de fibra natural cujas penas são fixadas nas alças, sendo a passamanaria executada sobre cordel de fios sintético branco que se prolonga para atar o objeto ao braço
Dimensões
1ª 9,0 cm de comprimento (parte emplumada), 58,0 cm de comprimento (extensão total), 6,5 cm de largura; 2º 9,0 cm de comprimento (parte emplumada), 58,0 cm de comprimento (extensão total), 6,5 cm de altura - medidas aproximadas por se tratar de objeto irregular
Função
Adorno para a cabeça
Matéria-prima
Vegetal > Fibra de vegetal não identificado | Sintético > Fio de algodão industrializado | Animal > Pena de arara
Técnica de confecção
Descritor temático
Descritor comum
Número de peças
2
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Pais de origem
Participação em exposição
Data de retorno das peças
junho 13, 2018
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Qualificação
O par de braçadeiras emplumadas são utilizadas presas ao círculo da máscara (15.7.2) como um de seus complementos. Foram 4 Xinguana Roda-Capuz adquiridas pelo Museu do Índio em 15 de junho de 2015, oriundas da Aldeia Piyulaga, habitada pelo povo Waurá. As mesmas foram trazidas pelos artesãos, Daikir Talatalakuma Waurá e Karapotan Waurá, que acompanharam o transporte dos objetos da aldeia até o Rio de Janeiro. Na ocasião as máscaras foram montadas com seus respectivos adornos na Galeria de Arte do MI, visando orientar a equipe de museólogos da Instituição sobre sua exibição. As informações colhidas na ocasião, pela museóloga Ione Couto, fazem parte da documentação dos objetos.
Notas gerais
O par de braçadeiras emplumadas são utilizadas presas ao círculo da máscara (15.7.2) como um de seus complementos. Foram 4 Xinguana Roda-Capuz adquiridas pelo Museu do Índio em 15 de junho de 2015, oriundas da Aldeia Piyulaga, habitada pelo povo Waurá. As mesmas foram trazidas pelos artesãos, Daikir Talatalakuma Waurá e Karapotan Waurá, que acompanharam o transporte dos objetos da aldeia até o Rio de Janeiro. Na ocasião as máscaras foram montadas com seus respectivos adornos na Galeria de Arte do MI, visando orientar a equipe de museólogos da Instituição sobre sua exibição. As informações colhidas na ocasião, pela museóloga Ione Couto, fazem parte da documentação dos objetos.