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Trompete reto
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Metadados
Número do item
13.1.198
Tripticos
Nome do item
Trompete reto
Nome do item de acordo com o dicionário
Coletor
Modo de aquisição
Data de aquisição
20/11/2014
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
2014
Autoria
Wemo Kulina
Nome étnico do item
"hohori"
Descrição
Trompete reto de cerâmica constituído de um tubo assimétrico de cerâmica aberto em ambas as extremidades
Dimensões
25,0 cm de comprimento; 6,5 cm de diâmetro (maior) - medidas aproximadas por se tratar de objeto irregular)
Função
Instrumento de sopro
Matéria-prima
Mineral > Antiplástico | Mineral > Argila
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
Aldeia Buaçu
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Qualificação
Os objetos pertencentes a esta coleção foram coletados pelo antropólogo e pesquisador Felipe Agostini Cerqueira,consultor do Projeto de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas Brasileiras, subprojeto Projeto de Documentação de Culturas Kulina/Madiha, em parceria do Museu do Índio e a UNESCO.. Estas foram encaminhadas ao Serviço de Conservação, em 28 de Maio de 2013. É necessário a complementação de algumas informações referentes ao nome étnico, padrão, artesã e uso
História administrativa
Os objetos pertencentes a esta coleção foram adquiridos pelo Museu do Índio no âmbito do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas (ProgDoc), iniciado em 2009, por meio de um acordo internacional que envolvia a Funai e a Unesco, tendo o Museu do Índio como executor. Os objetos etnográficos fazem parte dos produtos executados por cada consultor antropológico contratado pelo Programa. São itens confeccionado por mestres artesãos em oficinas realizadas em suas respectivas aldeias, voltadas para a transmissão de saberes, registradas por bolsistas indígenas também contratados pelo Programa