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Cinto contas de caramujo
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Metadados
Número do item
11.6.55
Tripticos
Nome do item
Cinto contas de caramujo
Nome do item de acordo com o dicionário
Modo de aquisição
Data de aquisição
12/09/2011
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
2011
Descrição
Cinto contas de caramujo constituído de faixa que cinge a cintura confeccionado com enfiadura de contas discóides de caramujo aruá na cor branca e preta formando dez cordéis. Apresenta cinco pingentes que pendem ao longo do cinto formado por sete cordéis cada, arrematados com conchas. Possui cordéis de fibra para amarrar o objeto ao corpo
Dimensões
76,5 cm de comprimento; 17,0 cm de largura (medidas aproximadas por tratar-se de um objeto irregular)
Função
Adorno de material eclético do tronco
Matéria-prima
Animal > Concha de caramujo aruá | Vegetal > Fibra de vegetal não identificado | Sintético > Fio de algodão industrializado
Descritor temático
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
Aldeias da Terra Indígena do Vale do Javari (AM), Rio Ituí, Aldeia Boa Vista.
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Observação sobre o item
As peças que compõem esta coleção (11.6) foram adquiridas pelo Museu do Índio durante a presença de 10 índios, sendo dois homens e oito mulheres, para a oficina intitulada "Conversas sobre Patrimônio Cultural", que aconteceu entre a semana de 12 a 21 de Setembro de 2011. A iniciativa foi do Serviço de Estudos e Pesquisas desta instituição e faz parte do projeto "Ainvorsin Mëti", que visa à valorização da cultura material do povo Marubo.