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Brinco emplumado
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Documento
Metadados
Número do item
11.5.8a
Tripticos
Categoria
Nome do item
Brinco emplumado
Nome do item de acordo com o dicionário
Modo de aquisição
Data de aquisição
16/04/2011
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
2011
Nome étnico do item
"dohorué"= brinco masculino de penas
Descrição
Brincos emplumados constituído de haste de material plástico apresentando na extremidade distal roseta de penas de ave não identificada tendo ao centro círculo de madrepérola. Possui a junção entre a haste e a roseta executada com cera preta. Acompanho o objeto o de número 11.5.8b
Dimensões
5,0 cm de comprimento, 9,0 cm de diâmetro - medidas aproximadas por se tratar de objeto irregular
Função
Adornos plumários para cabeça de uso masculino
Matéria-prima
Animal > Concha de madrepérola | Animal > Pena de ave não identificada | Sintético > Plástico
Técnica de confecção
Descritor temático
brinco | madrepérola | pluma
Descritor comum
Número de peças
1 peça
Itens relacionados ao objeto
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
O território dos Karajá é definido por uma extensa faixa do vale do rio Araguaia, medindo cerca de dois milhões de hectares. As aldeias Karajá estão preferencialmente próximas aos lagos e afluentes do rio Araguaia e do rio Javaés, assim como no interior da ilha do Bananal
Pais de origem
Referência bibliográfica
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Observação sobre o item
Os objetos pertencentes a esta coleção foram adquiridos no período de 13 de Abril a 16 de Junho de 2011 tanto para fazerem parte do projeto expositivo de curta duração "Hetohokã: o ritual da casa grande - Iny" quando da exposição de longa duração No Caminho das Miçangas: um mundo que se faz de contas. As peças para a primeira exposição foram selecionadas pela pesquisadora Chang Whan (Doutora em Antropologia da Arte, e Imagem e cultura e coordenadora do projeto de línguas desenvolvido pelo Museu do Índio junto a Unesco denominado "Iny"). Para inauguração da exposição "Hetohokã, os Karajá estiveram no museu e a Instituição adquiriu dos próprios os elementos materiais por eles utilizados durante a apresentação que realizaram para a abertura da exposição, conjunto que foi incorporado a esta coleção
Estado de conservação
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Museu do Índio
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