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Rede de dormir
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Metadados
Número do item
07.3.173
Tripticos
Categoria
Nome do item
Rede de dormir
Nome do item de acordo com o dicionário
Coletor
Modo de aquisição
Data de aquisição
2.0130816E7
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
2007
Autoria
Maria Egypthiene
Nome étnico do item
"nimogu"
Descrição
Rede de dormir,confeccionado com fios de algodão "kunulimã" na cor natural segundo a técnica do contratorcido combinado. É uma espécie de leito balouçante suspenso pelas extremidades, terminadas em punhos, pelos quais geralmente são suspensa em armadores ou ganchos, pregadas em paredes ou árvores usado para dormir
Dimensões
240,0 cm de comprimento; 100,0 cm de largura
Função
Objeto utilizado para o conforto doméstico usado para dormir
Matéria-prima
Técnica de confecção
Descritor temático
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RIBEIRO, Darcy. Kadiwéu: ensaios etnológicos sobre o saber, o azar e a beleza. Vozes, Petrópolis, 1980.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
VIDAL, Lux Boelitz. Povos Indígenas do Baixo Oiapoque - o encontro das águas, o encruzo dos saberes e a arte de viver. Rio de Janeiro: Museu do Índio/FUNAI/IEPE, 2009.
Disponibilidade do objeto
História administrativa
Essas peças foram produzidas e adquiridas para compôr a exposição "A Presença do Invisível na vida cotidiana e ritual entre os povos indígenas do Oiapoque" no Museu do Índio, com a curadoria da Profa. Dra. Lux Vidal, que foi inaugurada no ano de 2007 e permaneceu em exposição até março de 2013