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Grampo da cabeleira
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Metadados
Número do item
05.4.471e
Tripticos
Categoria
Nome do item
Grampo da cabeleira
Nome do item de acordo com o dicionário
Data de aquisição
21/07/2005
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
1986
Descrição
Grampo da cabeleira composto de seis penas longas de gavião real confeccionado com haste de madeira pontiaguda, ornamentadas com penas cortadas de araracanga, arara-canindé e garça. 05.4.471, 05.4.471a, 05.4.471b, 05.4.471c, 05.4.471d
Dimensões
0,41 cm de comprimento (total) - medida aproximada por tratar-se de objeto irregular
Função
Adorno plumário para a cabeça
Matéria-prima
Animal > Pena de arara-canindé | Animal > Pena de garça | Animal > Pena de gavião-real
Descritor temático
Descritor comum
Adorno para a cabeça | Adorno para o tronco | Algodão | Arco | Arma | Arma de arremesso | Arma de sopro | Ataque | Carcás | Cobre-nuca | Colar | Contratorcido | Couro | Defesa | Envenenadas | Equipamento doméstico | Equipamento mágico-ritual | Equipamento musical | Equipamento para caça | Equipamento para conforto doméstico | Equipamento para preparo de alimentos | Fibra vegetal | Flauta | Flecha | Grampo da cabeleira | Grinalda | Inajá | Infantil | Madeira | Madrepérola | Marmuru | Metal | Miçanga | Pena | Pesca | Rede | Rede de dormir | Semente de banana-brava | Semente de mulungu | Sementes | Setas | Tacanha | Taquara | Taquaruçu | Tucum | Urucum
Número de peças
6 peças
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
Este objeto foi confeccionado nas proximidades do rio São Lourenço, a sudoeste da cidade de Cuiabá, no estado do Mato grosso
Pais de origem
Referência bibliográfica
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Notas gerais
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Observação sobre o item
Os objetos pertencentes a esta coleção foram doados ao Museu do Índio pelo Musées d'historie Naturalle, Industriel Commerciel e d'ethnographie, localizado na cidade de Lille, França. As peças foram adquiridas pela Casa da Amazônas, diretamente dos produtores ou das Lojas Artíndia/FUNAI