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Flecha farpada
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Metadados
Número do item
01.2.181
Tripticos
Categoria
Nome do item
Flecha farpada
Nome do item de acordo com o dicionário
Coletor
Ano de aquisição do objeto
Nome étnico do item
"raparãkwã"
Descrição
Flecha farpada constituída por haste de cana-de-ubá e ponta farpada de madeira não identificada. Apresenta ponta encastoada à haste, arrematada com fios de de fibra de "kurawa" e cimentados com resina não identificada que se prolonga pela ponta. Exibe ponta ornamentada com motivos lineares feitos com cera preta. Possui emplumação radial com penas pretas de urubu e recorte ondulado. Atadura contínua espaçada de meias penas com fios de fibra de "kurawa" e emplumação secundária de penas amarelas da cauda de tucano. Possui reforço de tampão cimentado
Dimensões
160,5 cm de comprimento por 6,0 de largura
Função
Objeto utilizado como arma de arremesso complexo; Equipamento para caça/pesca, ataque/defesa
Matéria-prima
Vegetal > Cana-de-ubá | Vegetal > Fio de curauá | Vegetal > Madeira não identificada | Animal > Pena de tucano | Animal > Pena de urubu | Vegetal > Resina de vegetal não identificado
Descritor temático
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Observação sobre o item
Os objetos pertencentes a esta coleção foram adquiridos pelo Museu do Índio através de compra para fazerem parte do Projeto de Exposição intitulado "Tempo e Espaço na Amazônia - os Wajãpi", inaugurada em 22 de março de 2002. Estes objetos foram encomendados, respeitando-se o conjunto de cultura material dos Wajãpi, pela Antropóloga Dominique Gallois também responsável pelo projeto de exposição