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Coroa radial emplumada
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Metadados
Número do item
00.6.108
Tripticos
Categoria
Nome do item
Coroa radial emplumada
Nome do item de acordo com o dicionário
Modo de aquisição
Data de aquisição
13/09/2000
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
2000
Descrição
Coroa radial emplumada constituída de um aro trançado com fibra não identificada, segundo a técnica do trançado sarjado, provido de duas abas, em cujo interior encontra-se inserida duas fieiras de penas sobrepostas, sendo a maior de penas de papagaio e a menor de penas de arara vermelha, destacando-se duas penas longas de gavião. Apresenta cobre-nuca formado com seis penas sendo as centrais de mutum e as da extremidade de gavião, ladeadas por pingente plumário, formado com cordel de fios de algodão revestido de plumas de mutum intercaladas com penas vermelhas de arara vermelha
Dimensões
22,0 cm de diâmetro(coroa); 88,0 comprimento(cobre-nuca e pena de gavião); 66,0 cm de largura(coroa e penas)
Função
Adorno de uso pessoal que cinge a cabeça
Matéria-prima
Vegetal > Fibra de vegetal não identificado | Animal > Pena de ave não identificada
Técnica de confecção
Descritor temático
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Observação sobre o item
Os objetos pertencentes a esta coleção foram adquiridos pelo Museu do Índio através de compra na loja Artíndia/Cuiabá. A data de coleta corresponde a incorporação do objeto ao acervo do Museu do Índio, visto que se tratando de objetos destinados a comercialização não possuem dados como: artesão, aldeia de origem, função, denominação étnica e outros, relevantes para a devida classificação