“Tabuleta de madeira talhada em forma de ampulheta (alto Xingu, Tapirapé, Javahé) ou de forma ovalada (Karajá) com um furo na parte mediana, afinando na sua parte distai e prolongando-se em vara que termina com um gancho. O furo serve para introduzir o indicador que facilita o arremesso do dardo. Tanto entre os alto-xinguanos quanto entre os Karajá, Javahé e Tapirapé o propulsor de dardos passou a ser uma arma esportivo-ritual. (Krause 1941-44 54:188).”. Fonte: RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.