“Implemento tipo plaina fina feito mediante o engate, numa taboca ou numa vareta de madeira roliça, de incisivos de grandes roedores (capivara, paca, cutia) ou caninos de caititu e queixada. Pelo seu formato e resistência presta-se ao uso como plaina, buril ou verruma para raspar, alisar, gravar e perfurar madeira, osso, concha ou outros materiais. Acompanhado, às vezes, de amolador de pau-ferro, o formão é suspenso de um cordão para levar em volta do pescoço. O formão dos índios Waiwai é provido de duas cabeças. A coroa do dente é amolada em gume cortante.”. Fonte: RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.