“Flauta de taquara, tendo três a quatro orifícios para a variação dos sons. Quando a extremidade proximal é muito larga e, por isso, inconveniente para soprar, é corrigida com cera. Apresenta-se, basicamente, em dois formatos: 1) extremidade proximal chanfrada e afilada, constituindo um gume; 2) extremidade proximal em secção reta. Esse tipo de flauta é soprado “fazendo-se com que os lábios modelem uma corrente de ar que é dirigida contra o gume do orifício de soprar” (Izikowitz 1970:350).”. Fonte: RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.