“Lascas de madeira, aguçadas na extremidade livre, cravadas no chão e disfarçadas entre a folhagem. São às vezes envenenadas com curare, a exemplo dos estrepes dos Tukúna (Nimuendaju 1952:65) e dos Tiriyó (Frikel 1973:96). Constituem uma armadilha defensiva destinada a dificultar o acesso às aldeias.”. Fonte: RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.