“Talhado num só bloco de madeira, repousando o assento sobre dois trilhos com prolongamentos. O assento termina, nas duas extremidades, com uma cabeça e um rabo — no caso dos bancos omitomorfos do alto Xingu — ou duas cabeças triangulares, a exemplo dos bancos Karajá, providos com olhos de madrepérola e pupilas de cera (Krause 1941-4, v. 78:249, Baldus 1970:158), que representam a arara.”. Fonte: RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.