“Em forma de “V”, é feito de duas tabocas presas no vértice por uma mistura de cera de abelha, resina e balaia. Usado por dois homens, um dos quais sopra o rapé na narina do outro.”. Fonte: RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.