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Aro trançado
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Metadados
Número do item
22.2.6
Tripticos
Categoria
Nome do item
Aro trançado
Nome do item de acordo com o dicionário
Coletor
Modo de aquisição
Data de aquisição
04/07/2022
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
2016
Autoria
Helena Cecília Damasceno de Oliveira ("Tomiák" - Lua)
Nome étnico do item
"Kep Dhikunãn" (cocar de mulher)
Descrição
Aro trançado composto por fibras em dois tons naturais, com acabamento em linha sintética preta para amarração e ajuste na cabeça. Apresenta em seu acabamento pendente dois molhos de penas nas cores branca, amarela e azul, fixadas por meio de técnica de amarração de um atilho que atravessa o orifício aberto de um coco fazendo o acabamento no encaixe.
Dimensões
24 cm de comprimento; 15,5 cm de largura; 2 cm de altura
Função
Utilizado como adorno festivo para mulheres
Matéria-prima
Vegetal > Bambu | Sintético > Fio de algodão industrializado | Animal > Pena de ave não identificada | Vegetal > Semente de coco
Técnica de confecção
Descritor temático
Descritor comum
Número de peças
01
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
Aldeia Vanuíre
Pais de origem
Referência bibliográfica
FUNAI. Boletim Informativo. Fundação Nacional do Índio, Brasília: v.1, n.1, out., 1971.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Qualificação
A autora aprendeu com a própria mãe. A peça é utilizada em rodas de danças em festividades e possui diferenças em suas características estéticas para mulheres casadas e solteiras, sendo que para essas últimas, a peça é adornada com mais penas. As matérias-primas utilizadas na confecção do objeto possuem os seguintes nomes na língua indígena: "imberá" (palha do bambu), "ia-ã" (coquinho) e "irmák" (penas).
História administrativa
Os objetos dessa coleção foram adquiridos no contexto dos Projetos Culturais da Coordenação de Divulgação Científica. Os indígenas foram demandados a enviar para o Museu do Índio um objeto que eles considerassem importante de ser conservado nas Reservas Técnicas do MI. As fichas primárias da coleção 22.2 se encontram no processo Sei n. 08122.000337/2021-85, e as informações sobre este objeto estão presentes na ficha de número 14.