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Testeira de miçangas
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Metadados
Número do item
21.1.11
Nome do item
Testeira de miçangas
Nome do item de acordo com o dicionário
Modo de aquisição
Descrição
Tiara de miçangas confeccionado com fio de nylon e contas de miçangas nas cores: vermelho, azul escuro, verde (duas tonalidades), amarelo, branco formando uma faixa, cuja composição formam padrões geométricos triangulares em amarelo e azul e losango em preto e branco. Possui motivo geométrico zoomorfo nas cores azul escuro, verde claro com detalhes dos olhos em amarelo. Do outro lado apresenta um grande grafismo triangular nas cores verde claro, preto, azul escuro com detalhes em branco
Dimensões
25,1 cm de comprimento; 5,3 cm de largura
Função
Adorno para cabeça; Usado tanto por homens quanto por mulheres, diferencia-se o uso pelo grafismo representado;Esse tipo de tiara é; Usado somente por pessoas dedicas procura xamânica pelo fato do desenho ser detentor de poder para os yawanawá; O desenho nas cores preta e vermelho é a representação da cabeça da jibóia HUNUÃ
Matéria-prima
Sintético > Fio de algodão industrializado | Sintético > Miçanga
Técnica de confecção
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
Parte Sul da Terra Indígena Rio Gregório, localizada no município de Tarauacá, Acre.
Pais de origem
Participação em exposição
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Observação sobre o item
Os objetos desta coleção (21.1) foram adquiridos para integrarem a exposição "No caminho da miçanga: Um caminho que se faz de contas", de curadoria de Els Lagrou, inaugurada em 2015. Estas peças não foram imediatamente tombadas e inseridas como parte do acervo do Museu do Índio, sendo incorporadas após a desmontagem da mesma, a partir de novembro de 2021.