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Mortalha de cigarro
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Metadados
Número do item
8501
Categoria
Nome do item
Mortalha de cigarro
Data de aquisição
18/08/1957
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
1957
Descrição
Mortalha de cigarro confeccionado com duas fitas de entrecasca de árvore
Dimensões
16,5 e 15,5 cm de comprimento
Função
Objeto empregado para envolver o tabaco de cigarro
Matéria-prima
Descritor temático
Número de peças
2
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
História administrativa
Organizado pelo leiloeiro Ernani, o leilão do Museu Simoens da Silva ocorreu entre os dias 15 de julho e 14 de agosto de 1957, na sede do museu, Fundado pelo advogado e sobrinho-neto da Marquesa dos Santos, Antonio Carlos Simoens da Silva (1871 - 1948), o Museu Simoens da Silva funcionou na residência da família localizada na Rua Visconde e Silva 111, bairro de Botafogo, Rio de Janeiro. Seu acervo com aproximadamente 2.075 itens era dividido nas seguintes seções: Ciência, composta por artefatos e espécimes de história natural, de antropologia e de arqueologia; Arte, representada pelas coleções de iconografia, mobiliário, indumentária e arte decorativa; História, conformada por objetos relacionados a figuras e instituições representativos da história nacional, principalmente do período Imperial. Neste conjunto ganham destaque objetos como o quepe de Solano Lopez, o trono de D. Pedro II, mobiliário e indumentária da Marquesa dos Santos, múmias peruanas e pinturas de artistas contemporâneos como Vitor Meirelles, Pedro Américo e Eliseu Visconti. Com a falecimento de Simoens em 1948, o MSS é fechado e seu acervo leiloado quase dez anos depois, sendo o acervo etnográfico arrematado pelo Museu do Índio.