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Braçadeira tecida
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Metadados
Número do item
05.4.226a
Tripticos
Categoria
Nome do item
Braçadeira tecida
Nome do item de acordo com o dicionário
Modo de aquisição
Data de aquisição
20050000
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
1983
Nome étnico do item
"pono pono"
Descrição
Par de braçadeiras tecidas, constituídas por faixa estreita, tecida com fios de algodão segundo a técnica do entretecido. Apresentam pingentes plumários formados com fragmento de osso de mutum, de onde pendem penas de arara-canindé, araracanga, de mutum, de papagaio e gavião. Exibem palha de buriti complementando os pingentes
Dimensões
55,0 cm de comprimento
Função
Adorno de uso pessoal para os membros superiores
Matéria-prima
Vegetal > Algodão | Animal > Osso de mutum | Animal > Pena de arara-canindé | Animal > Pena de araracanga | Animal > Pena de ave não identificada | Animal > Pena de gavião | Animal > Pena de papagaio
Técnica de confecção
Descritor temático
Número de peças
2
Instituição detentora
Povo
Autoidentificação
Língua
Estado de origem
Localização geográfica específica
Objeto recolhido na margem esquerda do médio rio Jurema (formador do Tapajós), estado do Mato Grosso.
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
Notas gerais
Este objeto faz par com a peça de nº05.4.226
Observação sobre o item
Os objetos pertencentes a esta coleção foram doados ao Museu do Índio pelo Musées d'historie Naturalle, Industriel Commerciel e d'ethnographie, localizado na cidade de Lille, França. As peças foram adquiridas pela Casa da Amazônas, diretamente dos produtores ou das Lojas Artíndia/FUNAI