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Rede de dormir
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Metadados
Número do item
8586
Categoria
Nome do item
Rede de dormir
Nome do item de acordo com o dicionário
Modo de aquisição
Data de aquisição
18/08/1957
Ano de aquisição do objeto
Data de confecção do item
1957
Descrição
Rede de dormir constituída por cama confeccionado com fibra não identifica, nas cores natural e tingida de verde e marrom. Exibe cama decorada com linhas horizontais obtidas pelo cruzamento das fibras e acabamento, em uma das laterais, em franja. Apresenta cabos elementares, suplementares, punhos e corda de suspensão confeccionado com a mesma matéria-prima
Dimensões
172,0 cm de comprimento(cama); 170,0 cm de largura (cama); 389,0 cm de comprimento(cama, cabos suplementares, elementares, punhos e corda de suspensão)
Função
Tecido para conforto pessoal
Matéria-prima
Técnica de confecção
Descritor temático
Número de peças
1
Responsável pela guarda
Instituição detentora
Autoidentificação
Estado de origem
Localização geográfica específica
Rio São Francisco, entre Pirapora e Januário, estado Minas Gerais
Pais de origem
Referência bibliográfica
MONTEIRO, Maria Elizabeth Brêa; BRASIL, Maria Irene. Listagem dos nomes dos Povos indígenas no Brasil. Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio, 1998.
MOTTA, Dilza Fonseca da; OLIVEIRA, L. Tesauro de Cultura Material dos Indios do Brasil. Rio de Janeiro, Funai/Museu do Índio, 2006.
MUSEU DO ÍNDIO. Boletim do Museu do Índio Nº 8/1998.
RIBEIRO, Berta Gleizer. Dicionário do artesanato indígena. Editora da Universidade de São Paulo, 1988.
RICARDO, Carlos Alberto et al. (Ed.). Povos indígenas no Brasil: 1996/2000. Instituto Socioambiental, 2000.
Disponibilidade do objeto
História administrativa
Organizado pelo leiloeiro Ernani, o leilão do Museu Simoens da Silva ocorreu entre os dias 15 de julho e 14 de agosto de 1957, na sede do museu, Fundado pelo advogado e sobrinho-neto da Marquesa dos Santos, Antonio Carlos Simoens da Silva (1871 - 1948), o Museu Simoens da Silva funcionou na residência da família localizada na Rua Visconde e Silva 111, bairro de Botafogo, Rio de Janeiro. Seu acervo com aproximadamente 2.075 itens era dividido nas seguintes seções: Ciência, composta por artefatos e espécimes de história natural, de antropologia e de arqueologia; Arte, representada pelas coleções de iconografia, mobiliário, indumentária e arte decorativa; História, conformada por objetos relacionados a figuras e instituições representativos da história nacional, principalmente do período Imperial. Neste conjunto ganham destaque objetos como o quepe de Solano Lopez, o trono de D. Pedro II, mobiliário e indumentária da Marquesa dos Santos, múmias peruanas e pinturas de artistas contemporâneos como Vitor Meirelles, Pedro Américo e Eliseu Visconti. Com a falecimento de Simoens em 1948, o MSS é fechado e seu acervo leiloado quase dez anos depois, sendo o acervo etnográfico arrematado pelo Museu do Índio.
Observação sobre o item
Em consulta a listagem dos objeto oriundos do Leilão do Museus Simões da Silva, cuja cópia encontra-se arquivada no Serviço de Museologia, este objeto encontra-se assim relacionado "1 rede de fibra e tucum. Trabalho dos naturais do Rio São Francisco, entre Pirapora e Januário. Est. M. Gerais". Outras informações foram levantadas pela antropóloga Berta G. Ribeiro, disponíveis na ficha técnica do objeto pertencente ao Serviço de Museologia, onde consta "provavelmente de origem amazônica, de grupos indígenas localizados no rio Negro"